PASSADIÇOS DO PAIVA
Os Passadiços do Paiva, a 4 de Setembro de 2016, foram eleitos como projeto turístico mais inovador da Europa, na edição de 2016 dos World Travel Awards
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Os Passadiços do Paiva são uma série de passadiços pedonais de madeira do rio Paiva, em Arouca. Os passadiços têm um comprimento de cerca de 8,7 quilómetros, estando prevista a construção de mais 12 quilómetros.

Foram construídos ao longo da margem esquerda do rio Paiva, na bacia hidrográfica do rio Douro, entre a ponte de Espiunca e a praia fluvial do Areinho, abarcando assim a área conhecida como a Garganta do Paiva, sendo um dos elementos do Geopark Arouca.

Os Passadiços do Paiva, a 4 de Setembro de 2016, foram eleitos como projeto turístico mais inovador da Europa, na edição de 2016 dos World Travel Awards, na categoria de Projeto de Desenvolvimento Turístico Líder na Europa, considerados os Óscares do Turismo a nível mundial . Pelo segundo ano consecutivo, o equipamento 'Passadiços do Paiva' ganhou o prémio de 'Melhor projecto de desenvolvimento turístico da Europa', numa cerimónia que ocorreu no dia 30 de Setembro de 2017 em São Petersburgo, na Rússia. No ano de 2018, pela terceira vez consecutiva, os Passadiços do Paiva venceram, na Grécia, esses denominados "Óscares" do Turismo para Melhor Projeto Europeu de Desenvolvimento Turístico e também Melhor Atração Europeia de Turismo de Aventura.

Tendo candidatado os Passadiços do Paiva, o Município de Arouca (concelho com uma forte ligação sócio-económica ao espaço urbano do Porto , para além da proximidade territorial, visto que a fronteira de São Miguel do Mato com Gondomar dista cerca de 20 km da cidade do Porto) venceu o prémio «Município do Ano 2016», na categoria «Área Metropolitana do Porto», na terceira edição dos prémios «Município do Ano», que são uma organização da UM-Cidades (Universidade do Minho), que pretende premiar boas práticas, a partir de projetos com impactos significativos no território, na economia e na sociedade, e que promovam o crescimento, a inclusão e a sustentabilidade.

O percurso faz-se sob uma estrutura de madeira de pinho, ancorada em ferro no maciço rochoso, sendo necessário, para o percorrer, alguns cuidados regulamentares e medidas de segurança. Ao longo do percurso encontram-se painéis explicativos e informativos quanto a referências naturais como a cascata da Aguieira e os rápidos mais fortes do rio, como o chamado 'Rápido Grande', de 100 metros de extensão em corrente acelerada, e o 'Rápido das Marmitas', de 50 metros.

O percurso estende-se entre as praias fluviais do Areinho e de Espiunca, encontrando-se, entre as duas, a praia do Vau. Pelo percurso, podem-se observar vários tipos de espécies selvagens no ambiente envolvente.

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